Entrevista a Ricardo Santos
Jornalista do Diário de Coimbra
“Sou um apaixonado pela modalidade”
1- Ser jornalista é teu sonho de criança?
Podemos dizer que sim. Quando entrei para o ciclo disse a quem me era chegado que gostava de ser jornalista. Digamos que Deus proporcionou essa alegria na minha vida.
2- Como apareceu o futsal na tua vida?
Um colega de escola jogava no Santa Clara e convidou-me para ir lá treinar. Como era perto de casa, condição que pessoalmente impunha para praticar desporto e ter sucesso escolar, acedi ao convite. Escusado será dizer que adorei a modalidade a partir de então.
3- Consideras-te um conhecedor da modalidade?
Poucas são as pessoas que conheço que são “conhecedoras” nesse sentido de perceber muito. Posso dizer que quanto mais procuro aprender sobre futsal, mais certeza tenho que tão pouco sei. Sou um apaixonado pela modalidade que adora aprender e que tem a humildade suficiente para perguntar quando não sabe.
4- Porquê a criação de uma blog (jornalfutsal)?
Não conhecia qualquer espaço dedicado ao futsal das equipas de Coimbra. Como tinha a possibilidade de criar um espaço desses, arrisquei. Julgo que fui bem sucedido na divulgação, tento que o impacto seja positivo para a imagem da modalidade e, claro, da nossa cidade.
5- Como encaras os comentários que iam deixando no blog?
Fiquei muito desiludido, pois já os tinha tirado uma vez e alguns visitantes reincidiram nas provocações pessoais, sem sequer “darem a cara” pelas próprias opiniões. A liberdade de cada um vai até onde a do parceiro começa e como o Jornal Futsal não visa servir de espaço de confrontos verbais…
6- Achas que o futsal do nosso distrito tem evoluído?
O futsal em Coimbra cresceu mais quantitativamente do que qualitativamente. Ainda há muito a melhorar. Temos pouco impacto a nível nacional. Quatro equipas entre 2.ª e 3.ª divisões não é um grande feito. Continuo a apelar à união de quem gosta mesmo do futsal para que este possa desenvolver-se em termos técnico/tácticos.
7- Como avalias o desempenho da nossa equipa este ano?
Como todos os verdadeiros apaixonados pelo futsal conimbricense espera mais da equipa. Mesmo tendo em conta que a série é diferente e o futsal praticado pelos adversários bem melhor do que os antagonistas do ano passado, a equipa está aquém das expectativas iniciais.
8- Alguma vez sentis-te que cometeste “injustiças” nos teus artigos jornalísticos?
Julgo que às vezes poderia ter escolhido outras palavras para definir certas situações, mas quando escrevo o que quer que seja, tenho plena consciência dos meus deveres e da minha obrigação perante o público que vai ler o artigo. Por isso, injusto não considero que alguma vez tenha sido.
9- Já alguém te importunou por não gostar do que leu? Como reagiste?
É natural que o “clubismo” altere muitas vezes o sentido de realidade dos factos aos críticos. Como jornalista tento sempre ser idóneo, isento e justo. Limito-me a relatar o que vejo da melhor maneira que consigo. Quando as pessoas me abordam, desde que sejam educadas, explico sempre porque utilizei tais termos e porque desenvolvi o meu raciocínio daquela forma.
10- Tens projectos pessoais que abranjam o futsal?
Gostaria muito de abrir uma publicação minha. É um sonho que persigo e que Deus me irá ajudar a realizar. Porventura, será uma publicação desportiva, não só dedicada ao futsal, mas onde ele ocupará grande parte.
11- Qual a sensação de estar do outro lado da entrevista?
Muito estranha, mas boa.
12- Uma palavra para os visitantes deste blog?
Continuem a amar o futsal.
PS: Foi para mim uma surpresa e um enorme orgulho inaugurar este espaço do grande futsalista que é o André Matos.
BI
Nome: Ricardo Jorge Ramos Ferreira dos Santos
Data de Nascimento: 6 de Janeiro de 1983
Local: Sé Nova, Coimbra.
Habilitações literárias: Licenciado em Comunicação Social pela ESEC
Profissão: Jornalista no Diário de Coimbra
1- Ser jornalista é teu sonho de criança?
Podemos dizer que sim. Quando entrei para o ciclo disse a quem me era chegado que gostava de ser jornalista. Digamos que Deus proporcionou essa alegria na minha vida.
2- Como apareceu o futsal na tua vida?
Um colega de escola jogava no Santa Clara e convidou-me para ir lá treinar. Como era perto de casa, condição que pessoalmente impunha para praticar desporto e ter sucesso escolar, acedi ao convite. Escusado será dizer que adorei a modalidade a partir de então.
3- Consideras-te um conhecedor da modalidade?
Poucas são as pessoas que conheço que são “conhecedoras” nesse sentido de perceber muito. Posso dizer que quanto mais procuro aprender sobre futsal, mais certeza tenho que tão pouco sei. Sou um apaixonado pela modalidade que adora aprender e que tem a humildade suficiente para perguntar quando não sabe.
4- Porquê a criação de uma blog (jornalfutsal)?
Não conhecia qualquer espaço dedicado ao futsal das equipas de Coimbra. Como tinha a possibilidade de criar um espaço desses, arrisquei. Julgo que fui bem sucedido na divulgação, tento que o impacto seja positivo para a imagem da modalidade e, claro, da nossa cidade.
5- Como encaras os comentários que iam deixando no blog? Fiquei muito desiludido, pois já os tinha tirado uma vez e alguns visitantes reincidiram nas provocações pessoais, sem sequer “darem a cara” pelas próprias opiniões. A liberdade de cada um vai até onde a do parceiro começa e como o Jornal Futsal não visa servir de espaço de confrontos verbais…
6- Achas que o futsal do nosso distrito tem evoluído?
O futsal em Coimbra cresceu mais quantitativamente do que qualitativamente. Ainda há muito a melhorar. Temos pouco impacto a nível nacional. Quatro equipas entre 2.ª e 3.ª divisões não é um grande feito. Continuo a apelar à união de quem gosta mesmo do futsal para que este possa desenvolver-se em termos técnico/tácticos.
7- Como avalias o desempenho da nossa equipa este ano?
Como todos os verdadeiros apaixonados pelo futsal conimbricense espera mais da equipa. Mesmo tendo em conta que a série é diferente e o futsal praticado pelos adversários bem melhor do que os antagonistas do ano passado, a equipa está aquém das expectativas iniciais.
8- Alguma vez sentis-te que cometeste “injustiças” nos teus artigos jornalísticos?
Julgo que às vezes poderia ter escolhido outras palavras para definir certas situações, mas quando escrevo o que quer que seja, tenho plena consciência dos meus deveres e da minha obrigação perante o público que vai ler o artigo. Por isso, injusto não considero que alguma vez tenha sido.
9- Já alguém te importunou por não gostar do que leu? Como reagiste?
É natural que o “clubismo” altere muitas vezes o sentido de realidade dos factos aos críticos. Como jornalista tento sempre ser idóneo, isento e justo. Limito-me a relatar o que vejo da melhor maneira que consigo. Quando as pessoas me abordam, desde que sejam educadas, explico sempre porque utilizei tais termos e porque desenvolvi o meu raciocínio daquela forma.
10- Tens projectos pessoais que abranjam o futsal?
Gostaria muito de abrir uma publicação minha. É um sonho que persigo e que Deus me irá ajudar a realizar. Porventura, será uma publicação desportiva, não só dedicada ao futsal, mas onde ele ocupará grande parte.
11- Qual a sensação de estar do outro lado da entrevista?
Muito estranha, mas boa.
12- Uma palavra para os visitantes deste blog?
Continuem a amar o futsal.
PS: Foi para mim uma surpresa e um enorme orgulho inaugurar este espaço do grande futsalista que é o André Matos.
BI
Nome: Ricardo Jorge Ramos Ferreira dos Santos
Data de Nascimento: 6 de Janeiro de 1983
Local: Sé Nova, Coimbra.
Habilitações literárias: Licenciado em Comunicação Social pela ESEC
Profissão: Jornalista no Diário de Coimbra


1 Comments:
At February 17, 2006,
Arlindo Matos said…
André, parabéns por esta iniciativa... Não só pela entervista, mas para dar a conhecer quem é a pessoa que se "esconde" atrás da sua actividade profissional.
Grande abraço aos dois...
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