Os amigos do André

Conheça um pouco mais sobre eles...

Friday, February 24, 2006

Entrevista a Rui Moreira




O nosso n.º 20
"Sinto grande orgulho por fazer parte desta família"

1- O que representa a AAC para ti?
Para além da AAC ser o clube da minha cidade, estou ligado a ele como jogador desde os meus 8 anos. É o clube do coração e sinto grande orgulho por fazer parte desta família.

2- Comenta a tua passagem pelo Cernache?
No meu último ano do escalão júnior fui dispensado pela AAC. Visto que houve uma grande revolução, nesse ano, no futsal sénior da AAC, onde jogadores e treinador saíram do clube e abraçaram um projecto no Cernache, acabei por ser convidado para representar esse novo clube. Por um lado foi com grande tristeza que deixei o clube do meu coração, pois já o representava desde os 8 anos, mas por outro lado foi no Cernache que aprendi e cresci como jogador de futsal.

3- Como sucedeu o regresso à Briosa?
Após 2 anos como jogador do Cernache, recebi um convite da direcção da AAC para regressar a este clube, convite esse que rejeitei pois tanto a AAC como o Cernache na altura disputavam a mesma divisão e também não era a altura certa para sair de um clube que me acolheu e tanto me ensinou. No ano seguinte, a AAC fez-me uma nova proposta e acabei por aceitar.

4- Quais os melhores momentos que já viveste na AAC?
A subida à 2ª divisão e abraçar um projecto tão aliciante como este.

5- E os piores?
Um dos piores momentos que vivi no futsal da AAC foi o ano passado, no qual fizemos uma grande época e a 3 jogos do final do campeonato acabámos por não subir de divisão, foi frustrante pois tínhamos feito uma segunda volta exemplar e merecíamos a subida.

6- O que achas que está a falhar para não estarmos no cimo da tabela?
Penso que é apenas uma fase menos boa que a nossa equipa está a atravessar. Temos a consciência que esta é uma série difícil, mais competitiva, mas que está perfeitamente ao nosso alcance pois dispomos de jogadores de grande qualidade. Sabemos que o objectivo de subir ao primeiro escalão está mais difícil mas não vamos baixar os braços. Iremos continuar a trabalhar para conquistar os três pontos todos os jogos.

7- Qual o teu desejo no futsal?
Representar a AAC na primeira divisão.

8- O facto de personalizares o "jogador/estudante" é motivo de orgulho?
Claro que sim. A AAC é um clube que sempre foi caracterizado como o clube dos estudantes e é sempre bom fazer parte desse mito.

9 - Uma palavra para os visitantes deste Blog...
Lutem pelas vossas cores, mas respeitem sempre o adversário….


BI
Nome completo:
Rui Miguel Cabral Moreira
Data de Nascimento: 31/08/1980
Local: Coimbra
N.º: 20
Percurso: AAC (Futebol 11) AAC, Cernache, AAC (futsal)
Treinadores: Nuno Ponce Leão, Miguel Tente, Nuno Pinto, Francisco Baptista

André queria aproveitar esta oportunidade para te desejar as maiores felicidades tanto a nível desportivo como a nível profissional.
Um abraço deste teu sempre amigo

Rui Moreira

Wednesday, February 15, 2006

Entrevista a Ricardo Santos

Jornalista do Diário de Coimbra

“Sou um apaixonado pela modalidade”


1- Ser jornalista é teu sonho de criança?
Podemos dizer que sim. Quando entrei para o ciclo disse a quem me era chegado que gostava de ser jornalista. Digamos que Deus proporcionou essa alegria na minha vida.

2- Como apareceu o futsal na tua vida?
Um colega de escola jogava no Santa Clara e convidou-me para ir lá treinar. Como era perto de casa, condição que pessoalmente impunha para praticar desporto e ter sucesso escolar, acedi ao convite. Escusado será dizer que adorei a modalidade a partir de então.

3- Consideras-te um conhecedor da modalidade?
Poucas são as pessoas que conheço que são “conhecedoras” nesse sentido de perceber muito. Posso dizer que quanto mais procuro aprender sobre futsal, mais certeza tenho que tão pouco sei. Sou um apaixonado pela modalidade que adora aprender e que tem a humildade suficiente para perguntar quando não sabe.

4- Porquê a criação de uma blog (jornalfutsal)?
Não conhecia qualquer espaço dedicado ao futsal das equipas de Coimbra. Como tinha a possibilidade de criar um espaço desses, arrisquei. Julgo que fui bem sucedido na divulgação, tento que o impacto seja positivo para a imagem da modalidade e, claro, da nossa cidade.

5- Como encaras os comentários que iam deixando no blog?
Fiquei muito desiludido, pois já os tinha tirado uma vez e alguns visitantes reincidiram nas provocações pessoais, sem sequer “darem a cara” pelas próprias opiniões. A liberdade de cada um vai até onde a do parceiro começa e como o Jornal Futsal não visa servir de espaço de confrontos verbais…

6- Achas que o futsal do nosso distrito tem evoluído?
O futsal em Coimbra cresceu mais quantitativamente do que qualitativamente. Ainda há muito a melhorar. Temos pouco impacto a nível nacional. Quatro equipas entre 2.ª e 3.ª divisões não é um grande feito. Continuo a apelar à união de quem gosta mesmo do futsal para que este possa desenvolver-se em termos técnico/tácticos.

7- Como avalias o desempenho da nossa equipa este ano?
Como todos os verdadeiros apaixonados pelo futsal conimbricense espera mais da equipa. Mesmo tendo em conta que a série é diferente e o futsal praticado pelos adversários bem melhor do que os antagonistas do ano passado, a equipa está aquém das expectativas iniciais.

8- Alguma vez sentis-te que cometeste “injustiças” nos teus artigos jornalísticos?
Julgo que às vezes poderia ter escolhido outras palavras para definir certas situações, mas quando escrevo o que quer que seja, tenho plena consciência dos meus deveres e da minha obrigação perante o público que vai ler o artigo. Por isso, injusto não considero que alguma vez tenha sido.

9- Já alguém te importunou por não gostar do que leu? Como reagiste?
É natural que o “clubismo” altere muitas vezes o sentido de realidade dos factos aos críticos. Como jornalista tento sempre ser idóneo, isento e justo. Limito-me a relatar o que vejo da melhor maneira que consigo. Quando as pessoas me abordam, desde que sejam educadas, explico sempre porque utilizei tais termos e porque desenvolvi o meu raciocínio daquela forma.

10- Tens projectos pessoais que abranjam o futsal?
Gostaria muito de abrir uma publicação minha. É um sonho que persigo e que Deus me irá ajudar a realizar. Porventura, será uma publicação desportiva, não só dedicada ao futsal, mas onde ele ocupará grande parte.

11- Qual a sensação de estar do outro lado da entrevista?
Muito estranha, mas boa.

12- Uma palavra para os visitantes deste blog?
Continuem a amar o futsal.

PS: Foi para mim uma surpresa e um enorme orgulho inaugurar este espaço do grande futsalista que é o André Matos.

BI
Nome:
Ricardo Jorge Ramos Ferreira dos Santos
Data de Nascimento: 6 de Janeiro de 1983
Local: Sé Nova, Coimbra.
Habilitações literárias: Licenciado em Comunicação Social pela ESEC
Profissão: Jornalista no Diário de Coimbra